O Hospedeiro (Gwoemul) 


- Filme de monstro? Drama? Comédia? Família desajustada? Metáfora política?...enfim, o filme é tão bom quanto inclassificável. Ponto para o sul-coreano Joon-ho Bong, que fez com que seu Godzilla atirasse para todos os lados, e com uma competência única, acertasse em todos eles.
A Fonte da Vida (The Fountain) 
- Realmente um filme ruim, mas não tanto como esperava. As três tramas não parecem se entender e a maneira com que as idéias pseudo-filosóficas/religiosas se apresentam são fracas e confusas. Por outro lado, gosto do visual kitsch (principalmente na trama do astronauta) e Hugh Jackman segura bem as pontas, já que é requisito praticamente o filme inteiro. Parece mesmo que os problemas na produção (o protagonista seria o Brad Pitt, com orçamento de US$90 milhões e com Jackman caiu para US$35) transformaram The Fountain num passo maior que a perna.
Transformers 


- Por não ter sido fã dos desenhos quando criança acabei não indo no cinema e o arrependimento bateu. O filme é muito bom, divertido e com efeitos especiais espetaculares. E se soubesse ainda que teria essa protagonista, teria visto antes.
Meu Nome Não é Johnny 

- É um filme que diverte principalmente pela figura de Selton Mello, ótimo novamente num papel que mais parece outra variação dele mesmo. De resto vemos um discurso pobre, uma irritante busca por referências dos anos 80 e ambientes que não convencem. Será que a cadeia e o sanatório apresentados realmente mostraram ao espectador que o crime não compensou? Fiquei na dúvida se a mensagem que o verdadeiro João Estrela queria deixar foi dada.
Não Conte a Ninguém (Ne le dis à personne) 
- Thriller francês que, na busca "daquela" reviravolta, acaba se transformando naquele filme horrível da Halle Berry.
Eu Sou a Lenda (I Am Legend) 

- Tinha potencial para ser O filme de ação do ano. A primeira metade é ótima, com imagens impressionantes de Nova York e Will Smith, que repetindo "Em Busca da Felicidade", segura o filme sozinho com muita qualidade. Mas infelizmente vieram os vampiros de computadore, Alice Braga e um final pobre e (pior!) com final feliz. Ao sair da sala me deu vontade de rever Extermínio.